Tabagismo afeta a saúde e a economia do país

Fumar é uma prática comum para cerca de 6 milhões de brasileiros e, a cada ano, 150 mil morrem em decorrência do vício.

Mesmo com os avisos sobre os males do tabaco nas embalagens, a venda e a cobertura do cigarro é lícita. E, ainda que hajam campanhas de conscientização e restrições de locais de uso, os problemas do tabagismo afetam a saúde pública e a economia do Brasil.

Para se ter ideia, a industria do fumo gera cerca de R$ 12 bilhões em mercado. Porém, o tabagismo custa R$ 57 bilhões aos cofres públicos. Tais dados foram divulgados na pesquisa “Tabagismo no Brasil: morte, doença e política de preços e impostos”.

O custo do tabaco à saúde pública é cerca de 4,7 vezes maior do que o seu movimento da indústria. A pesquisa ocorreu em 2017 e foi realizada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) e pelo Ministério da Saúde (MS).

Uso contínuo causa alterações no organismo

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Segundo o Hospital Oswaldo Cruz, o uso contínuo do tabaco cria um complexo sistema de dependência no organismo do fumante. A nicotina muda o funcionamento do cérebro e obriga ao consumo para continuar produzindo neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar e pela capacidade de concentração.

Além disso, vários órgãos podem ser afetados por lesões decorrentes do uso do cigarro, levando ao câncer, infarto do miocárdio, DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), aneurisma da aorta, AVC e infecções.

O cigarro também causa danos ecológicos graças a utilização de insumos tóxicos ao meio ambiente. Estima-se também que o cigarro é a causa de 20% dos incêndios.

Hábito cai em 36% entre brasileiros

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De acordo com dados do Inca, o hábito de fumar teve 36% de queda no período entre 2006 e 2017. Segundo o próprio instituto, a redução se deu graças a uma série de ações desenvolvidas pelo Governo Federal para combater o uso.

Uma delas é a política de estabelecer preços mínimos como um fator inibidor à compra do produto. Tal medida visa reduzir a iniciação ao tabagismo, que se deu na antes mesmo dos 18 anos de idade para 80% dos fumantes.

Outra ação bem sucedida foi a restrição do uso de qualquer tipo de fumo em locais de uso coletivo, mesmo que parcialmente abertos. Também foram adotadas ações educativas, como o Programa Saúde nas Escola, além de outras voltadas à prevenção e à redução do consumo de álcool e do tabaco.

Procure seu médico hoje mesmo

Sabemos que este hábito é um grande mal para a saúde. Além do próprio tabagista, a família também sofre as consequências do vício.

Então, procure o seu médico e inicie um tratamento para largar o cigarro de vez. Você pode contar com um plano de saúde para realizar suas consultas regulares.

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