Por que ter um seguro empresarial é um bom negócio?

Seja por estímulo da crise econômica, seja pelo sonho do próprio negócio, o número de empresas abertas no Brasil tem crescido nos últimos anos. Segundo a Serasa Experian, o primeiro trimestre de 2017 bateu recorde de nascimento de pessoas jurídicas, chegando a 581.242 novos empreendimentos abertos no período.

O Brasil possui mais de 20 milhões de empresas ativas e 90% delas são pequenas e médias, a maioria do setor de serviços. No entanto, apesar de todo o investimento financeiro e também do tempo dedicado pelos empreendedores para a criação do próprio negócio, mais de 70% das PMEs não possuem seguro empresarial.

Uma das possíveis razões para esse comportamento é que os empresários ainda enxergam o seguro como despesa e não como investimento para proteção. Profissionais do setor indicam que o mito de que o seguro empresarial é caro também dificulta a procura do produto e, consequentemente, sua contratação. O que muitos dos pequenos empresários não sabem é que o preço médio de uma apólice gira em torno de R$ 1.500, ou seja, um investimento baixo para os benefícios proporcionados, fundamental para manter a produção e serviços da empresa mesmo em situações adversas.

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A falta de informações sobre como funciona de fato um seguro empresarial é outro impeditivo para a aquisição. Não é necessário, porém, ser expert no assunto para contratar uma boa apólice. Basta consultar um corretor de confiança que tenha familiaridade com esse tipo de produto.

Para saber quanto efetivamente custa o seguro, o primeiro passo é reconhecer a importância e o potencial gerador do negócio. Ter estimativa de quanto valem os bens internos da empresa e também o valor do imóvel. Com esses dados em mente, o empresário pode procurar o corretor que o ajude a moldar o seguro com base nas necessidades específicas da empresa. Informações como localização, tipo de construção, tipo de mercadoria, faturamento e número de funcionários para definir o tamanho da operação, valem ouro para a escolha das coberturas adicionais.

Para cada tipo de empresa há uma cobertura adequada a suas necessidades. Entre as mais utilizadas estão as coberturas contra Incêndio, Danos Elétricos, Impactos de Veículos, Quebra de Vidros, Roubo de Valores, Roubo de Bens, Vendaval e Ruptura de Tubulações.

Há também outras coberturas adicionais, que podem ser importantes para determinado segmento da empresarial, como, por exemplo, a de Lucros Cessantes, que garante aporte financeiro em caso de sinistro que impeça a geração de lucro bruto ou líquido por determinado tempo. Já as coberturas de Responsabilidade Civil garante o reembolso em caso de sinistros que envolvam danos materiais ou corporais a terceiros.

A escolha das coberturas é um exercício de análise das necessidades da empresa para encontrar a melhor solução, e o apoio de um bom corretor pode ajudar muito nisso. Vale ainda o lembrete: antes de fechar o contrato, é indicado que o futuro segurado leia atentamente as cláusulas do seguro e tenha conhecimento de todos os benefícios e deveres envolvidos na vigência da prestação do serviço.

Fonte: Blog HDI Seguros

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