A origem do dia das mães, e o presente perfeito para elas

As homenagens do Dia das Mães chegam com abraços, flores, chocolates, presentes e almoços caprichados. Mas a história desta comemoração vai muito além do afeto e do apelo comercial – a data só perde para o Natal em movimento de vendas.

O Dia das Mães marca a importância da celebração dos vínculos familiares em todo o mundo, mesmo que em vários países sejam em diferentes datas. Desde a Idade Antiga há relatos de festivais em torno da figura materna na mitologia e rituais em torno da fertilidade. Já na Idade Média, muitas referências de simbolismo religioso também são presentes.

Apenas no século XX é que foi oficializada uma data para homenagear as mães, e tal data – segundo domingo do mês de maio – remete à história da americana Anna Jarvis.

Em 1850, nos Estados Unidos, Ann Marie Reeves Jarvis – mãe de Anna – fundou clubes de trabalho que funcionavam nos chamados “Dia das Mães”, sob a ideia de que as mulheres trabalhariam nessa data para melhorar as condições sanitárias e diminuir a mortalidade infantil. Tais grupos ainda cuidaram de soldados feridos em guerras civis.

Nos anos seguintes, Ann passou a organizar piqueniques para encorajar mais mulheres a participarem ativamente da política e serem ativistas da paz. Em 1905, Anna Jarvis se inspirou na morte de Ann para organizar o “Dia das Mães” como uma data para homenageá-las. Em 1908, Anna organizou um culto celebrado na Igreja Metodista de Grafton, na Virgínia Ocidental.

Logo, a repercussão da comemoração se espalhou e após a adoção da data pelo governador da Vírginia Ocidental à época, governadores de outros estados também adotaram o festejo, até que em 1914 o presidente Woodrow Wilson propôs o segundo domingo de maio como dia nacional para a homenagem.

Segundo Anna Jarvis, a data deveria servir para que os filhos passariam o dia com suas mães, agradecendo-as pelos esforços em criá-los. Rapidamente a adoção do segundo domingo do mês de maio despertou o viés comercial, agregando os presentes.

Anna Jarvis viu seus propósitos serem contrariados pelo cunho capitalista da comemoração. Quando as lojas incentivaram a compra de flores e cartões, Jarvis passou a fazer boicotes e organizar protestos. Em 1923, ela e seus seguidores invadiram uma confecção em Filadélfia. Os protestos continuaram até 1940, e em 1948 Anna faleceu em um sanatório.

O motivo criado por Jarvis somado ao impulso comercial faz da data um boom de vendas, mas é importante lembrar que esse incentivo capitalista deve vir apenas agregar o propósito inicial da comemoração para cada um de nós: Valorizar com um gesto o amor de mãe.

No Brasil

O Dia das Mães foi comemorado no Brasil pela primeira vez em 12 de maio de 1918, na Associação Cristã de Moços de Porto Alegre/RS. Mas a adoção oficial da data só se deu em 1932, durante o governo provisório de Getúlio Vargas, seguindo os moldes norteamericanos.

Em 2018, o Dia das Mães deve movimentar R$ 2,16 bilhões somente no comércio eletrônico, alta de 15% em relação a 2017, que atingiu R$ 1,88 bilhão. A data é considerada a 3ª em vendas no varejo pela internet, perdendo em faturamento para o Natal e a Black Friday. Smartphones e perfumes são os campeões de vendas.

No comércio formal, a expectativa do mercado é de um movimento de R$ 17 bilhões, segundo a projeção do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Presente perfeito

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